terça-feira, 28 de julho de 2009

Moda e Guerra


Eu estava aqui sentada na sala de computacao da UDESC, pensando como iniciar esse poste, depois de meses sem escrever nada. a resposta é simples: Eu andei me escondendo. O porque de tanto medo percebo que ainda nao é a hora de falar, porém todos esses motivos unidos com a minha insaciável sede de leitura de levaram a esse livro.

A paixao com que o autor escreve cada pagina, faz com que nos leitores, o transformemos em algo tao amado e querido como qualquer outro livro de literatura. Como escrever sobre moda em tempos tao dificil e temidos, quanto a segunda guerra mundial? A resposta nao eh tao simples assim, o autor se prolonga por 236 paginas de fatos e argumentos.
A vida nao foi fácil naquela época, e foi mto pior quando Paris foi ocupada, isso nao preciso nem comentar, e também era notável que toda essa agitacao mundial iria respingar no sitema de moda, ou melhor na alta costura parisiense. Grandes foram os estilistas que conceguiram manter suas maisons, alguns outros sucumbiram a merce da proibição de compra, e de regras estipuladas por alemaes que antes nem sequer sabiam da existencia desse universo gigantesco de tecidos e formas. Foi muito importante poder ler, que os alemaes que antes crucificavam a vaidade francesa, na época da ocupacao se deliciaram com perfumes, roupas, sapatos, entre outros. Parece que o nazismo, por um momento apaixonou-se por um planeta perfumado, cheio de vida e cores nunca antes vistas. O coração e a vida batem mais fortes na França. Agora Percebo que apesar de todas as perdas obtidos atraves da guerra e da ocupacao, uma parcela da populacao que antes era escluída, agora adentra nesse mundo fantástico que é a Moda.

leiam vale a pena. E Viva la France, viva la liberté.

ps: preciso aprende frances

domingo, 22 de março de 2009


Não há nada, somente palavras sortidas, momentos perdidos e esquecidos.
não há nada, somente a cor das fotos guardadas, ou sementes dispersadas.
não há nada, somente feridas cicatrizadas e tempos esgotados.
não há nada, somente folhas secas, perdidas pelas correntes de ar, que expressam a presa de um mundo que nao para de girar, benditos alísios.
não há nada, somente dor da privação e banalização .
não há nada, somente amores guardados, em uma caixa profunda, obscura, pandora.
não há nada, somente veículos movendo-se, barulhos enloquecendo, e frequências imperseptíveis.
não há nada, somente a luz, que brilha por um amanhã e que venera o presente.
não há nada além da felicidade, somente palavras sortidas, sem significado algum, há busca, coração, anceio, entretando palavras sortidas.
não há poeta, nem perfeicao, há sentimento expresão e pigmento.

há tudo e nao há nada, somente 100% pessoas perdidas em um mundo tão indivialista quanto nossas próprias adjetivções.
há tudo para quem ama, venera e exporta suas emoções, somos todos donos e perdedores do calderao borbulhante chamado coração.

há tudo hoje menos a borboleta, somente o escafandro lutando por apenas mais um suspiro.

segunda-feira, 9 de março de 2009


Metade Escafandro, Metade borboleta


Metade escafandro, perdida, confusa, longe de tudo e de todos. Fria como a maritimidade, como o vento que sopra na janela. Nao somos frutos de nossas familias,contudo, da sociedade em que somos inseridos. Nao vivo, somente, percorro caminhos que antes já foram percorridos por outros. Perdidos meros espectadores dos infernos, submetidos a oltrens, meros espectadores dos infernos.
Sufocada como o escafandro, subjulgada a traduções e olhares.
Angustia angustia, será que nunca serei boa o suficiente, meros escafandros dos infernos.

Metade borboleta, livre livre livre. Buscando lugares novos, com outros espectadores a espreita de emoções, novidades novidades, busco algo que está perdido, tesouros inclusos e obscuros, nao há tristeza nem loucura. Sim sim ha vida, amor e prazer. Há alguém lá no horizonte.
Passaro que voara, viajara para além e voltará sim, sim voltará.

Busco algo além de mim msm, algo lúdico, surreal, com milhoes de gaveta de Salvador Dali!